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quinta-feira, 15 de abril de 2010

No meu quadrado.

No quadrado, eu, minha cadela e um violão
Os objetos embaçam todos ficam de lado
Quando um simples sapato aparece no chão
O rosto muda o olhar aguça e o cérebro agitado
Continua a escrever, com pouco menos de atenção
Tudo se passa lentamente
Porque me veio de passagem
As lembranças de uma tarde
Que chegou todo carente, EmbRiaGaDO
Desesperado, só querendo minha atenção
O quadrado agora é círculo
Eu que não tinha percebido
E a bolsa do meu lado, já faz todo sentido
Eu não sei mais o que faço, escrevo até as quatro
E nada do teu sumiço
E de repente me aparece um esmalte
Vermelho como de praxe, rotina ou de Costume
Caindo sobre minhas mãos
Me pintando meio forçado
Querendo que eu lembrasse de algo
Que há tempos me fez esquecer
Quando caída lhe implorava que não.!

3 comentários:

Anônimo disse...

Que linda, muito feliz por ter me achado, pois assim te acho tb rs.

Estarei sempre por aqui tb viiiu?

Beijo gigante.

Anônimo disse...

Gostei bastante do que vi, continue asim. Abraço

Unknown disse...

Adorei o poema! muito lindo!
Vá em frente!