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domingo, 7 de outubro de 2012

Sai Pudor!

E foi com as palavras mais inescrupulosas que ele disse estar livre de mim. Eu me virei com um riso estrondoso, mas ele me puxou pelo pescoço, ameaçando me matar de amor. E com meus dedos rápidos e insinuosos eu o ordenei, "-Traga um copo, farei um brinde a vida sem você". Você veio com aquela cara de inocente, eu fiquei ainda mais demente, acreditando no seu louvor. Foi um Horror. Foi quando o pesadelo acabou, ainda embaixo a meu cobertor eu percebi que você nunca existiu. Mas aí me toquei que foi um sumiço, então fui em busca de abrigo, na liberdade que você me deixou. Agora eu já me via sem você, mas vez em quando você vem me ver, ainda dizendo o que tenho que fazer, aí eu me reto pra valer. E dou aquele tchau bem descarado, mas ainda sentido aquele pavor. Suma daqui Pudor!

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