Por dentro ela dava choque
Mergulhava no rio sem porte
Banhava pra mim o seu norte
Caída na pedra, molhava o chão
Seu nu, atrevido
Descia por meu umbigo
Escorria por minha garganta
Me arranhava, a santa
Subia por minhas coxas
Me segurava, calava minha boca
Desprendia as pernas das minhas
Derretia minha mente a toa
Vestia sua roupa por nada
Andava, já na sala tirava a saia
Se bulia, sorria
Brincava e de novo vestia
Nenhum comentário:
Postar um comentário