Avisa a essa menina
que o trem já passou
atravessou Salvador
E se encontra na esquina
Cheia das água
Bêbada improvisada
Sem dinheiro, sem tamanco
O único plano
é não planejar nada.
Chegou o tempo, a loucura
O corpo que muda
A vontade que aguça
A boca que expurga
o que sempre quis-se falar.
A cerveja gelada
a caída na cilada
a risada disfarçada
a cara toda molhada
do suor de Salvador.
Essa cidade respira
um ar corrido no verão
nos afunda sem depressão
de só querer sorrir
nos meses dessa estação.
É um tempo, um calor.
E não é a toa que tu se chama,
São Salvador.
30 de novembro de 2016
Bêbada improvisada
Sem dinheiro, sem tamanco
O único plano
é não planejar nada.
Chegou o tempo, a loucura
O corpo que muda
A vontade que aguça
A boca que expurga
o que sempre quis-se falar.
A cerveja gelada
a caída na cilada
a risada disfarçada
a cara toda molhada
do suor de Salvador.
Essa cidade respira
um ar corrido no verão
nos afunda sem depressão
de só querer sorrir
nos meses dessa estação.
É um tempo, um calor.
E não é a toa que tu se chama,
São Salvador.
30 de novembro de 2016
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