Ele fazia esporte
como quem lê o Neruda
Ela era atriz desse mundo
injusto e cruel com o futuro
Ele brincava de jogo
e jogava até com o amor
Ela não atuava direito
se embolava e esquecia o texto
Ele entrava no camarim
sorrindo e questionando tudo
Ela abria um sorriso
Mas por ser desastrada...
tropeçava e caia no chão.
Ele sorria e saia
sem prestar satisfação
Ela achava o máximo
toda falta de intenção.
22/07/2014
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