Sempre que eu deito, durmo.
Em'bolo, me balanço, me fumo.
Envolta de um tecido, deliro,
E o mundo começa a ficar
Passivamente mais Kahlo.
Então eu deito e durmo.
E me param com uns olhos fundos,
Cheio de obra, manobra, malícia.
Os meus, baixo, bem baixo.
Eu, aflita, sem querer ser ambígua.
Ele, afobado, um menino, do mato.
30/06/2014
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