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domingo, 3 de agosto de 2014

Não me lembro, mas Venha!

Vem chegando
sem nenhum receio em mente
que o meu corpo até já treme
imaginando o que vai dar.
O travesseiro tá amassado,
a cama tá bagunçada,
o cabelo despenteado,
não deu tempo de arrumar.
Vai perdoando essa loucura
É que andava tão ocupada
Me lembrando de esquecer
que demoraria a ver você
Assim, bem de pertinho.

Que agora que te vi,
me lembrei que tinha te esquecido.
E não tá fácil de lembrar.
Me parece um rosto estranho,
de alguém tão conhecido, mas,
por amor, trate de me perdoar.
É que foi tanta gente junta
que só me lembrava de sambar.
Mas, pode se aconchegar,
ouvi dizer que a casa é sua,
e se é sua.
Pode entrar.

Um comentário:

Izabella Vaz disse...

Que lindo!!
Adoro suas poesias..
saudades...