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sábado, 17 de setembro de 2016

.Fim de noite


depois de samba, poesia
cerveja e boa companhia,
um pedaço a mais de vida,
caberia.
Tão grande que nem sei,
se eu mesma caberia.
A mais ser, que ironia,
pensar como a calma, pode ser
a folia.
E pensar atravessado
como andar a pari-passo
sem olhar, pra onde ia.
E trazê-lo elucubrado
cair comigo cachoeira abaixo
e voltar-se-ia calmaria.
Logo após eu pularia,
duro enquanto, tu se ria,
eu, me deitar corpo-banhado.
há de ser rio, e se preciso, lago.
17 de setembro de 2016

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