Estou me aguando em pensamento
sobre todos os vividos dias.
Tentando entender cada passo
e ainda assim, como foram dados.
Cheirando aos poucos
braços
alma
laços.
Sentindo aos poucos o lado
de ter que cair cachoeira abaixo
em rio tão manso,
densidade de ferro,
um sentir tão imerso,
espaçamento de perto,
em águas gigante.
"No meio do verso,
me esquenta em fogueira.
Balança-cadeira
sentado, um velho.
De olhos tão fundo,
que viram o mundo.
Dizendo em segredo,
todo entre dedos,
o que viu no protesto"
Saída fogueira, volto a olhar-te,
presa em teus olhos, sem nenhuma grade.
Ecoa de longe um verso em parte.
Acalmaremos o tempo, pra se fazer tempestade.
13 de setembro de 2016
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